Sou casado e evangélico. Minha esposa se converteu ao Evangelho há quatro anos. Casamos na igreja Evangélica e no Civil. Porém, uma boa parte da família dela ainda é católica e, por um "pacto" com uma sobrinha dela, elas seriam madrinha dos filhos uma da outra. Sou evangélico há muito mais tempo que minha esposa e informei a mesma que nossa fé não nos dá embasamento para o batizado de crianças. Porém, por uma influência ou pressão por parte da família da minha esposa, ela fez sem minha autorização e escondido, o curso de Batismo e batizou o menino. No dia do Batismo ela me disse que só iria à cerimônia por consideração, que não seria a madrinha, porém ela acabou batizando a criança com um conhecido da família. Agora minha esposa está muito arrependida. Ela havia escondido e mentido para mim e para o nosso Pastor. Gostaria de saber se este batismo foi feito de forma correta? Fatos: somos casados em uma Igreja Evangélica (Genesis 2:24 fala de uma só carne); minha esposa fez este curso escondido, sem meu consentimento, somente para agradar a família; foi madrinha sem minha autorização. Portanto, é aceita pela Igreja Católica uma madrinha evangélica, casada com um homem que não foi batizado, que não fez Crisma, e ainda com outro conhecido da família? Minha esposa está muito arrependida e quer cancelar este batizado! Creio que houve erros de todas as partes: da família dela que forçou a barra; da minha esposa que não teve a firmeza de não concordar e rejeitar o pedido; da Igreja Católica, aqui no entorno de Brasília que não se preocupou com esses detalhes, os quais pelo que eu li em seu site, são importantes.
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Como você mesmo afirma, o processo de batismo dessa criança foi feito de modo incorreto. A Igreja Católica não aceita padrinhos de outra denominação religiosa. Sua esposa batizou essa criança porque usou de má fé, mentiu. Ela jamais teria sido aceita como madrinha se tivesse dito a verdade. A Igreja confiou na sua esposa e por essa razão permitiu que ela batizasse a criança. Se há alguém errado nesta história é, unicamente, a sua esposa, porque mentiu descaradamente, não respeitando o sagrado, o sacramento do batismo e as pessoas nele envolvidas. Pelo que percebo a sua preocupação maior é em cancelar o batismo, quando na verdade deveria ser a conversão da sua esposa, para que não usasse mais o santo nome de Deus em vão. Nada justifica tantas mentiras, nas quais pessoas e instituições foram usadas. Para nós, católicos, batismo é sacramento, e sacramento não se cancela. Mesmo tendo um falso testemunho, o batismo ocorreu e a criança foi batizada. Quanto à madrinha, basta à criança desconsiderá-la que ela deixa de ter essa função na sua vida. O sacramento é maior que os padrinhos, portanto, quer queira quer não, a criança está batizada. Quanto a sua esposa, ore pela sua conversão.
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014
PERGUNTE E RESPONDEREMOS - PADRINHOS DE OUTRA IGREJA:
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