São Gregório de Nazianzo afirmou que a distinção de rico e pobre não vinha de Deus, porque a realidade humana, muitas vezes injusta, levou para isso, criando esta distinção, porém todas as pessoas são criaturas de Deus.
“Por causa da miséria dos indigentes e pelo gemido dos pobres, agora me levantarei, diz o Senhor” (Sl 12, 5).
“Bem-aventurados os pobres no espírito, pois deles é o Reino dos céus” (Mt 5, 3); “Bem-aventurados vós, os pobres, pois vosso é o Reino de Deus” (Lc 6,20).
São João Crisóstomo, bispo de Constantinopla, séculos IV e V afirmou que é preciso servir os santos, no caso, as pessoas necessitadas.
É feliz a pessoa que pensa no indigente, no pobre porque no dia da desgraça, o Senhor o livrará. Ele o guardará e lhe preservará a vida, fazendo-o feliz na terra (Sl 41, 1-2).
São Leão Magno ainda disse que é feliz o celeiro que nele se multiplicam todos os frutos que servem a saciar a fome dos necessitados e dos fracos…

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