segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A PALAVRA DE DEUS:



Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
3 22 Também os escribas, que haviam descido de Jerusalém, diziam: "Ele está possuído de Beelzebul: é pelo príncipe dos demônios que ele expele os demônios."
23 Mas, havendo-os convocado, dizia-lhes em parábolas: "Como pode Satanás expulsar a Satanás?
24 Pois, se um reino estiver dividido contra si mesmo, não pode durar.
25 E se uma casa está dividida contra si mesma, tal casa não pode permanecer.
26 E se Satanás se levanta contra si mesmo, está dividido e não poderá continuar, mas desaparecerá.
27 Ninguém pode entrar na casa do homem forte e roubar-lhe os bens, se antes não o prender; e então saqueará sua casa.
28 "Em verdade vos digo: todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, mesmo as suas blasfêmias;
29 mas todo o que tiver blasfemado contra o Espírito Santo jamais terá perdão, mas será culpado de um pecado eterno."
30 Jesus falava assim porque tinham dito: "Ele tem um espírito imundo."
Palavra da Salvação.
Comentário ao Evangelho
UMA FALSA ACUSAÇÃO

Os milagres não tinham, por si mesmos, o poder de convencer as pessoas da condição messiânica de Jesus. Ao contemplá-los, as pessoas podiam fazer as mais contraditórias interpretações. Tudo dependia da maior ou menor sintonia com Jesus.
Os mestres da Lei interpretavam as ações miraculosas de Jesus como instrumento da ação demoníaca na história humana. Jesus, na visão deles, estaria atuando com um força recebida de satanás. Daí sua capacidade de expulsar os demônios.
Evidentemente, Jesus não podia se calar diante de uma interpretação tão destorcida de sua atividade. E partiu da acusação de seus adversários, para desmascarar a falsidade do ponto de vista deles. A ação miraculosa de Jesus consistia em aniquilar o poder de satanás sobre as pessoas. Bastava uma ordem sua para que os demônios deixassem livres aqueles a quem mantinham cativos. Jesus era o terror dos demônios.
Sendo assim, não tem lógica dizer que a ação de Jesus tenha algo a ver com Belzebu. Esse não haveria de munir de poder contra si a quem poderia acabar com suas pretensões sobre as pessoas. Era preciso procurar em outro lugar a raiz do poder taumatúrgico de Jesus.
Era pecaminosa a acusação de que Jesus agia em conluio com satanás. Tratava-se de uma verdadeira blasfêmia contra o Espírito Santo, por cuja força Jesus atuava.

OraçãoSenhor Jesus, leva-me a reconhecer que na raiz de tua ação está o Espírito Santo trazendo libertação para a humanidade. Amém.

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